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Our wounded self - our ego - cannot discern the truth. It operates only from learned limiting beliefs. Truth comes through us from Spirit when our intent is to learn about loving ourselves and others. Today, challenge yourself to operate from truth rather than from fear.

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Álcool e Honestidade

By Dr. Margaret Paul
October 26, 2012



Você bebe, em vez de responder por si mesmo (a)? Você acha que se volta para álcool, quando se sente invalidado (a), em vez de falar a sua verdade a um amigo (a) ou parceira (o)?



Irene,  mais  de 40 anos, tinha estado em centros de tratamento por anos, antes de se consultar comigo. Em tratamento, ela estava bem, sem nenhum desejo de beber, mas uma vez que voltava para casa com o marido Frank e os dois filhos adolescentes, não demorava muito para que ela voltasse a beber. Mesmo que ela participasse fielmente de reuniões do AA, ela não conseguia ficar sóbria, quando retornava para casa. Ela amava o marido e os filhos e não conseguia entender porque não podia ficar sóbria em casa. Cada vez que ela voltava a beber, se odiava por sua fraqueza e se via como uma pessoa profundamente imperfeita e defeituosa. Ela acreditava que o problema era inteiramente dela - que a família dela não tinha nada a ver com isso.
 
"O que muda em relação a como você se sente, quando volta para casa?" Perguntei a ela, numa de nossas sessões por telefone.
 
Eu me sinto presa. Eu me sinto controlada e sufocada, como se eu não pudesse ser eu mesma. "
 
"O que acontece, que faz você se sentir tão presa?"
 
"Eu não sei. Frank é um homem tão doce e maravilhoso e eu sei que ele me ama de verdade. Eu o amo. Não sei o que está acontecendo para eu me sentir tão agitada e presa."
 
Eu perguntei pra ela, se Frank estaria disposto a se juntar a nós em uma sessão por telefone. Ela tinha certeza que sim - que ele estaria disposto a fazer qualquer coisa para ajudá-la e ajudar a relação deles.
 
Frank, se dispôs. Na primeira sessão, Irene expressou  a Frank  seus sentimentos de se sentir presa. A resposta de Frank era uma tentativa de afastá-la de seus sentimentos, falando sobre como a vida deles é maravilhosa. Na primeira sessão, imediatamente senti que Irene estava numa caverna e que tinha desistido completamente dela, sem dizer nada a Frank sobre como se sentia quando ele não a ouvia e tentava afastá-la de seus sentimentos.
 
"Irene, em minha experiência, Frank ,absolutamente, não está te ouvindo e está tentando ignorar seus sentimentos. Acontece muitas vezes?"
 
O tempo todo ", ela respondeu. Frank imediatamente negou, dizendo que não era o que ele estava fazendo e que certamente, não acontecia o tempo todo. Sua voz era muito firme e paterna, como se ele realmente soubesse o que estava falando. Irene ficou em silêncio.
 
"Irene, como você está se sentindo agora?" Eu perguntei.
 
"Eu sinto que vou explodir. Eu só quero ir embora e tomar uma bebida. Sinto uma dor no meu estômago."
 
Frank começou realmente a tentar ignorar esses sentimentos dela e depois parou. "Você realmente se sente assim?", ele perguntou.

"Sim e eu me sinto assim, a maior parte do tempo que estamos juntos."

"Por que, você não me contou?"

"Eu estou lhe dizendo agora e tudo que você quer fazer é me dizer que eu estou errada e que eu não deveria me sentir assim!"

Em sessões posteriores com Irene, eu a ajudei articular todas as coisas que Frank fazia pra que ela se sentisse presa e invalidada - e eram muitas. Ele agarrava os seios dela, não importava quantas vezes, ela tinha lhe dito, que isso não a deixava bem. Ele julgava, quando ela queria passar um tempo com um amiga que ele não gostava. Ele até tentava controlar o que ela vestia. Invariavelmente, Irene ficava presa - e então bebia.

Eu e Irene trabalhamos para que ela aprendesse a responder e agir de forma amorosa com ela mesma – se afastando e indo embora quando Frank  descontava nela, julgava ou lhe pressionava. Ela sempre teve medo de ferir os sentimentos dele com a sua honestidade, porque ele ficava com raiva e se afastava por dias, quando ela conseguia falar. Eu a incentivei a lhe dizer que ela não ficaria mais perto dele, quando ele estivesse irritado e afastado e que nesse caso passaria um tempo com as amigas, tiraria um pouco de férias com seus filhos ou exerceria seus hobbies, enquanto ele agisse assim.

Irene se dedicou à prática de “Inner Bonding” (Ligação interna) e aprendeu a cuidar amorosamente de si mesma. Ela se juntou à comunidade do Inner Bonding e recebeu o apoio que precisava para aprender a se defender. Uma vez que Irene começou a falar sua verdade e agir, ela descobriu que  não queria mais beber. Ela foi capaz de fazer a ligação entre o seu alcoolismo e o abandono de si mesma, em face do comportamento controlador de Frank.

Frank ama Irene, por isso , ele está disposto a enfrentar seu comportamento sutil e abertamente controlador. Enquanto isso, não ocorre da noite pro dia, a bebida não é mais um problema para Irene.

 



Attribution-NonCommercial-NoDerivs
CC BY-NC-ND


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